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domingo, 29 de junho de 2014

Sem Adsense

-"Eu estou tão nervoso hoje que seria capaz de declarar guerra aos Estados Unidos sozinho!" (Seu Madruga)

Como já devem ter percebido os anúncios foram tirados. Além de se livrar de toda burocracia goglista , o blog fica mais bonito, forte e formal. 
Decidi ficar apenas com as incríveis doações e assinaturas dos queridississíssimos leitores. Os textos continuam disponíveis de graça a todos, não haverá nenhum conteúdo exclusivo ou qualquer diferenciação para os assinantes porém eles ganham algo não mensurável: minha imensa gratidão.







segunda-feira, 16 de junho de 2014

Viva México cabrón (!)



domingo, 1 de junho de 2014

Altooo, iá!

"Vocês sabem quanto custa pra trazer um artista estrangeiro?
E ainda mais se tratando de outro país?" (o mesmo vale para blogs sobre seriados estrangeiros)






(para doação de qualquer valor, como é dito no video dos ioiôs)




(para uma assinatura no valor de dez reais, que é quase nada, praticamente o preço de algumas garrafas vazias)

terça-feira, 27 de maio de 2014

Não há trabalho ruim, o ruim é ter que trabalhar....



Muito se fala hoje sobre o movimento do "faça o que você ama" * e eis que Don Ramon nos dá a sua sucinta mas importante contribuição.
Há duas formas de interpretarmos a frase-título de que "não há trabalho ruim, o ruim é ter que trabalhar" , primeiro que a obrigação de trabalhar que é ruim, o ruim é "ter que trabalhar", a obrigação e não o trabalho é ruim. O fato de se trabalhar em um emprego chato e repetitivo ou ser um empreendedor a la Steve Jobs (seu segundo nome é trabalho), não importa, o problema começa quando se há a ideia de trabalho compulsório (um único trabalho como fonte de renda, a extrema dependência de consumo que é satisfeita com esse único trabalho, o trabalho como única forma de realização pessoal, a pessoa acaba tendo que trabalhar, vivendo para trabalhar e não o contrário), nessa visão da frase madruguistica não é tanto fazer o que se ama mas amar o que se faz, o esforço está em gostar do que se faz, ver pontos positivos e não em achar o emprego perfeito.
A segunda forma é interpretarmos que o trabalhar em si é intrinsecamente ruim, ou seja, algo a ser evitado e feito na medida da necessidade, numa contraposição aquela ideia de que trabalhando em algo que gosta, você não trabalhará um dia sequer em sua vida. Sendo assim você tem a plena consciência que independente do quanto você ganha em seu emprego, seja em realização financeira ou pessoal , nada disso se compara a viajar para Acapulco ou simplesmente acordar as 11 h da madrugada.
Por fim, o discurso do faça o que você ama é tentador para quem está num trabalho chato e repetitivo mas é preciso pensar bem e com cuidado sobre os valores que acabam ficando com essa filosofia. Aliás, o próprio "movimento" do faça o que você ama tem respondido a essas questões e colocado melhor o que se pretende dizer realmente com o faça o que você ama. É preciso estar atento, pois essa ideia pode servir de mantra para empresas que querem que seus funcionários nunca reclamem das condições de trabalho.

* outro texto interessante: http://papodehomem.com.br/prisao-trabalho/

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Quem não tem Acapulco, tabuleiro e um parceiro pra jogar...usa a internet (!)

Sugestão de site para jogar Xadrez, com revanches e tudo. Só não tem as tossidinhas e o seu Madruga para "ajudar"...
http://pt.lichess.org/




domingo, 25 de maio de 2014

Alex Castro e as prisões em Palmas (!)

http://alexcastro.com.br/mudancas-calendario-das-prisoes/
Recomendo (!), exposição sobre as prisões mentais que carregamos inconscientemente e encontro de outsiders, ovelhas negras e Dons Ramons...